De acordo com o diretor do Departamento de Execuções Penais do estado, Luiz Alberto Cartaxo Moura, não há previsão de quando os presos vão se entregar. A rebelião completou dez horas de duração às 21h. “Precisamos ter muita paciência, porque os detentos ainda não apresentaram a pauta de reivindicações. Estamos conversando, mas não dá para saber quando eles vão decidir por fim a essa situação”, diz o diretor.
O capitão da Polícia Militar, Marcos Tordoro, informou que ao menos dez detentos são feitos reféns. O grupo faz parte da Ala Seguro, onde ficam condenados por violência sexual. Durante a tarde, dois homens ficara feridos após pularem um dos muros da penitenciaria. Eles foram levados para um hospital de Londrina e passam bem.Mais de 1.000 presos da PEL II se rebelaram no inicio da manhã. Parte dos detentos ocuparam uma das galerias e conseguiram ter acesso a outras alas da penitenciária.Eles subiram em telhados e queimaram colchões. No início da tarde, todas as 31 galerias do presídio foram tomadas pelos rebelados.
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